CETEP – Centro Territorial de Educação Profissional do Portal do Sertão situado na Estrada do Besouro, s/n Pedra Ferrada, Município de Feira de Santana - Bahia. Telefone: 3624-5160 - e-mail: ceteps@gmail.com
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Quais são as diferenças entre o português do Brasil e o de Portugal?
As maiores diferenças são fonéticas, ou seja, a forma como se pronunciam as palavras. Mas também existem diferenças na grafia das palavras, como o uso de consoantes mudas (em Portugal, escreve-se "actual" ao invés de "atual"), e até no uso gramatical (o português europeu não usa gerúndio, embora ele exista na gramática). O português foi estabelecido como língua oficial do Brasil em 1758, mas nessa época o contato com povos indígenas e escravos africanos já havia alterado a língua falada por aqui. "Os africanos que chegaram como escravos não frequentavam escolas e portanto aprendiam português na oralidade, criando diferenças em relação à língua original", diz a linguista Rosa Virgínia Matos e Silva, da Universidade Federal da Bahia. Mais tarde, no final do século 19, chegaram ao Brasil imigrantes europeus e asiáticos, que promoveram novas mudanças na forma de falar do brasileiro. Em outras colônias portuguesas, como Angola e Moçambique, a mistura de povos foi menos intensa e a independência ocorreu há muito menos tempo. Por isso, fala-se um português mais parecido com o europeu, embora também existam sotaques regionais. Por razões diversas, tanto lá quanto cá, algumas palavras aparecem, desaparecem ou até mudam de significado.
Fonte: Mundo Estranho
domingo, 9 de janeiro de 2011
Planejamento Escolar
O planejamento educacional envolve diagnóstico, planejamento, execução e avaliação.
Para Vasconcellos (2000), planejar é antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o previsto; é buscar algo incrível, essencialmente humano: o real comandado pelo ideal. Percebe-se assim que o planejamento só tem sentido se o educador coloca-se numa perspectiva de mudança.Muitos professores ainda acabam seguindo capítulos de livros porque, talvez, outro problema enfrentado por eles seja a falta de apoio da equipe pedagógica no que diz respeito a metodologia adequada, pois, muitos têm se apoiado em técnicas por eles desconhecidas utilizando-as erroneamente no processo de ensino, fazendo com que voltem ao “bom e velho livro”. São muitos desses professores que ainda continuam em sala de aula, tirando o direito daqueles que poderiam estar propondo mudanças e promovendo a qualidade do ensino e da aprendizagem da leitura e da escrita.
Segundo Dante (2006) o objetivo da avaliação é diagnosticar como está se dando o processo ensino-aprendizagem e coletar informações para corrigir possíveis distorções observadas nele.
Portanto, avalia-se para identificar os problemas e os avanços e para redimensionar a ação educativa, visando o sucesso escolar.
Níveis de Planejamento:
- Educacional: prevê estruturação e funcionamento do sistema educacional global, compete aos Ministérios da Educação e aos seus órgãos subordinados em escala federal, estadual e municipal;
- Institucional: relaciona-se as Instituições de Ensino Superior que elaboram seu Plano de Desenvolvimento Institucional;
- Curricular: organização de ações que serão desenvolvidas em cada curso favorecendo o processo de ensino-aprendizagem;
- Do ensino: desenvolvido basicamente a partir da ação do mestre, compete ao professor definir os objetivos a serem alcançados, desde seu programa de trabalho até eventuais e necessárias mudanças de rumo; cabe ao professor diagnosticar: objetivo a ser alcançado, estratégias de ensino e de avaliação e, agir de forma a obter um retorno de seus alunos no sentido de redirecionar sua matéria.
O plano de ensino é elaborado e concretizado em documentos, devendo haver plano de disciplina, planos de unidade e plano de aula; sendo que quando os primeiros são elaborados cuidadosamente, simplifica a elaboração do último.
O plano deve ser flexível a mudanças, porém deve acontecer uma avaliação dos fatores que levaram a necessidade da mudança.
O que tem sido feito usualmente é a verificação do aproveitamento do aluno apenas por meio de procedimentos formais, isto é, aplicação de provas escritas no final do mês ou do bimestre. É óbvio que só isso não demonstra todos os progressos que o aluno alcançou, por isso, é importante utilizar-se de vários tipos de instrumentos de avaliação.
Precisamos assim, construir um novo modelo de educação, é preciso uma relação democrática entre educador e educando, com o diálogo como base principal, compreendendo toda a complexidade do planejamento, da execução e a avaliação do processo de ensino-aprendizagem.
Referências Bibliográficas:
DANTE, Luiz Roberto. Vivência & Construção. São Paulo: Ática, 2006
SUSUKY, Yara Rosa Melo. Didática do Ensino Superior. Apostila da Universidade Nove de julho de 2009.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo de avaliação escolar. São
Paulo: Libertad, 2000.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Quem não fuma pensa melhor
Pesquisas desenvolvidas nos EUA indicam que as pessoas que fumam pensam mais devagar e têm reflexos mais lentos dos que os não-fumantes.
A velha lenda de que a nicotina estimula o raciocínio acaba de virar fumaça. Pesquisas recentes nos Estados Unidos indicam exatamente o contrário – em determinadas situações, os fumantes pensam mais devagar e têm reflexos também mais lentos do que os não fumantes. Numa experiência, sessenta estudantes, não- fumantes e fumantes, foram solicitados a olhar uma tela de computador com vinte letras idênticas; a cada mudança de letra deviam apertar uma tecla. Resultado: os não- fumantes percebiam depressa as modificações, enquanto os fumantes às vezes nem notavam quando ocorriam.
Outro teste consistia em ouvir uma história e depois recontá-la: de novo, os não- fumantes saíram-se melhor, conseguindo lembrar dos episódios e relatar corretamente as idéias mais importantes. Em um terceiro teste , os estudantes receberam a incumbência de dirigir por uma estrada estreita, manipulando o câmbio e o acelerador, diante de um simulador computadorizado. Os que tinham fumado, pouco antes do início do teste, colidiram duas vezes mais que os fumantes que se abstiveram de fumar uma hora antes e três vezes mais que os não fumantes.
Fonte: Revista Mundo Estranho
sábado, 25 de dezembro de 2010
Por que o Natal é comemorado em 25 de dezembro?
Parece incrível, mas a escolha da data não tem nada a ver com o nascimento de Jesus. Os romanos aproveitaram uma importante festa pagã realizada por volta do dia 25 de dezembro e "cristianizaram" a data, comemorando o nascimento de Jesus pela primeira vez no ano 354. A tal festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti ("nascimento do sol invencível"), era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa - ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25. A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? Os especialistas duvidam. "Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro", afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. "Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro", diz Caldas. O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno.
Fonte: Revista Mundo Estranho
Censo revela crescimento da educação profissional no país.
Censo revela crescimento da educação profissional no país As matrículas na educação profissional e tecnológica cresceram 74,9% entre 2002 e 2010, segundo dados oficiais do Censo Escolar divulgado nesta terça-feira, 21, pelo Ministério da Educação (MEC). Em 2010, o país [redes pública e privada] contabiliza 1,1 milhão de alunos na educação profissional, enquanto em 2002 eles somavam 652.073. No mesmo período, a rede federal de educação profissional passou de 77.190 alunos para 165.355, o que representa crescimento de 114%. Na rede federal, também se destaca a oferta do ensino médio integrado, com 46% das matrículas. Em 2007 este índice era de 27%. A trajetória de expansão da educação profissional também pode ser vista entre 2007 e 2010. Em 2007, as matrículas eram 780.162. Ao alcançar 1.140.388 neste ano, o crescimento é de 46% no intervalo.
Fonte: Boletim eletrônico semanal interno da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Ministério da Educação - Brasília - DF
sábado, 18 de dezembro de 2010
Revitalização do Conselho Escolar do CETEP - PORTAL DO SERTÃO
Os marcos legais da educação brasileira, como a Constituição Federal/88, a LDB 93/94 e o PND/2001 legalizaram a Educação com novos paradigmas, num novo contexto da
Educação, destacando a gestão democrática, participação da comunidade, nas políticas públicas e a formação ou implantação do Conselho Escolar.
Com todas as mudanças nas leis educacionais, a escola caminha a passos lentos.
A gestão dita democrática é, ainda muito incipiente, herança de modelos passados, onde a participação da comunidade não é uma realidade constante.
Diante da atual conjuntura, a escola tem necessidade da existência de espaços de participação, para que diversos segmentos possam exercer a prática democrática. Dentre estes espaços, o Conselho escolar se destaca, pois sua participação está ligada, principalmente a essência do trabalho escolar.
Para fortalecer a equipe gestora, construímos um Plano de Ação sistematizado para a revitalização do Conselho Escolar, buscando sensibilizar e mobilizar toda a comunidade, inclusive os Conselheiros, no envolvimento e participação nas ações.
O Conselho Escolar participa da elaboração do Projeto Político Pedagógico e acompanha o desenrolar das ações da Escola, em um permanente processo e avaliação com a finalidade maior. A construção de uma educação de qualidade, democrática e emancipadora. Por isso, a primeira atividade que o Conselho Escolar coloca para si é a de discutir e definir o tipo de educação a ser desenvolvida.
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